MANCHETES DESTA EDIÇÃO:
"A JUSTIÇA FOI FEITA. ELEITO PRIMEIRO NEGRO PRESIDENTE DO STF"
"LEIA NA MATÉRIA FINAL NOSSA MATÉRIA FINAL A NOSSA HOMENAGEM A ELE"
"CORRUPTO TERÁ QUE DEVOLVER DINHEIRO. SERÁ!?"
"AUMENTA A INADIMPLÊNCIA NO PAÍS DA DILMA E DO MENSALÃO"
"IDOSA QUE ESCORREGOU EM SANTINHO DOMINGO MORREU HOJE"
"OBAMA FICA PARA TRÁS NA ELEIÇÃO AMERICANA"
"SERIEDADE NÃO COMOVEU O CÍNICO VIOLA"
"RESULTADO DO MENSALÃO PREOCUPA ADVOGADOS DE COLARINHOS BRANCOS"
O juiz Joaquim Barbosa, relator do histórico julgamento do mensalão, foi confirmado como o primeiro presidente negro do STF, com mérito. Em sessão plenária, os juízes do STF elegeram Barbosa como chefe do poder judicial brasileiro, um cargo tradicionalmente rotativo na máxima corte e que é sempre assumido por dois anos pelo magistrado mais antigo. Barbosa assumirá formalmente nas próximas semanas. Não poderia ser de outra maneira. Um homem íntegro, sério e honesto, ao contrário de Lewandowski e Dias Toffoli, paus mandados do ex-presidente Lula. Parabéns Ministro!!!
O julgamento do mensalão e a flexibilização adotada pelo Supremo Tribunal Federal poderão provocar impacto e mudar o entendimento de magistrados da primeira instância em ações relativas a organizações criminosas e lavagem de capitais. A teoria do domínio do fato, por exemplo, invocada pelos ministros, pode impulsionar instâncias inferiores a adotar os mesmos conceitos. Isso com certeza, vem preocupando advogados desonestos que usufluíam da imoralidade da justiça brasileira para tirar proveito em favor de seus clientes corruptos de colarinho branco.
A Caixa atendeu à pressão do governo para atuar em mais uma frente de redução do custo financeiro do país ao diminuir em até 25% o preço das tarifas e pacotes de serviços. O anúncio, já era esperado pelo mercado, segue o Banco do Brasil, que informou nesta semana um corte de até 34% nas taxas cobradas de clientes para diversos serviços. A iniciativa promete ser a nova ofensiva dos bancos públicos na disputa com as instituições privadas após a diminuição das taxas de juros.
Uma decisão da Justiça de São Paulo obriga o deputado federal Paulo Maluf (PP) a devolver R$ 21,3 milhões aos cofres municipais. Os valores são referentes ao prejuízo que a prefeitura de São Paulo sofreu com papéis do Tesouro Municipal no chamado "escândalo dos precatórios". A decisão é da juíza Liliane Keyko Hioki, da 3ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, que acatou pedido do Ministério Público. O dinheiro deve ser depositado no prazo de quinze dias, "sob pena de acrescer à dívida o percentual de 10% a título de multa", conforme determina a juíza no acórdão.
A inadimplência do consumidor subiu 8,2% em setembro, na relação com o mesmo mês de 2011. Os dados são do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado hoje. No acumulado do ano (de janeiro a setembro), a inadimplência cresceu 15,3%. Essa informação vem na contramão do que po governo federal alardeia, de que a situação do país é estável. Tanto é que foi alertado pelo Fundo Monetário Internacional a respeito de uma crise iminente e sem precedentes.
Morreu na manhã desta quarta-feira uma idosa que escorregou em panfletos de propaganda eleitorais em frente à Escola Estadual Francisco Brizola, em Bauru, interior de São Paulo no domingo de eleições municipais. De acordo com o Hospital Estadual Bauru, onde ela estava internada desde a data do acidente, as lesões, fraturas no quadril e fêmur, agravaram seu estado de saúde, já debilitado, e a levaram ao óbito. São as consequências desta política suja que se pratica no país.
O candidato republicano à Presidência dos EUA, Mitt Romney, apareceu à frente do presidente Barack Obama pela primeira vez em mais de um mês e lidera as intenções de voto com 45%, contra 44% do rival democrata, de acordo com uma pesquisa Reuters/Ipsos divulgada hoje. A quatro semanas da eleição de 6 de novembro, a vantagem obtida por Obama após a convenção de seu partido desapareceu. A avaliação dos eleitores sobre Romney melhorou depois de uma boa atuação do republicano no debate da semana passada. Na verdade, existe um empate técnico entre ambos.
Parece que a transparência e seriedade do STF, com duas exceções(Lewandowski e Toffoli), não comoveram o ex e sempre indisciplinado jogador Viola sobre prática de crimes. Ao deixar a Cadeia Pública de Carapicuíba, ele se mostrou tranquilo, como estivesse saindo do cinema, shopping ou uma partida de futebol. O polêmico Viola disse que não roubo, nem matou e por isso não acreditava que isso mancharia sua carreira, que só não foi mais suja que a atual política brasileira. Acredito que tenha que explicar a esse cínico, que não é só roubar ou matar que é crime.
A HOMENAGEM DO NETOEMGERAL A UM DOS POUCOS HOMENS SÉRIOS DESTE PAÍS.
Hoje, ao invés de postar qualquer outro tipo de matéria, gostaria de homenagear ao primeiro negro a assumir a Presidência do Supremo Tribunal Federal e com ampla e total justiça. A partir de ontem, após a condenação dessa quadrilha do mensalão, espero que ele seja um divisor de águas na justiça brasileira, que navega num mar de lama e sujeira, especialmente depois da entrada no poder de um um engodo ou farsa como queiram, chamado Luis Inácio Lula, que vem enganando o povo do brasileiro há mais ou menos 30 anos, tendo chegado ao poder e formado esta camarilha que roubou o país e se tornou um dos homens mais ricos daqui, o que não é para qualquer um. É uma pena, que como pai do mensalão, ele não esteja entre os 37 que estão sendo julgados, isso através do dinheiro.
Parabéns Ministro Joaquim Barbosa e contarei sempre com sua honestidade, apesar de ser apenas um. A anotação “Last Act - Bribery” em tinta azul sobre o papel pardo envelopava o capítulo final da história reescrita do mensalão. Na véspera do 1.º turno da eleição, o relator Joaquim Barbosa rechaçou a versão de que o pagamento de deputados federais no primeiro governo Lula era uma operação de caixa 2 para pagar dívidas de campanha. Barbosa condenou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu por corrupção ativa. O voto, que trazia uma teatral identificação em inglês - “Último ato - suborno” -, era obra de um homem com uma história múltipla. Quando convenceu os colegas do Supremo Tribunal Federal a levar a julgamento os envolvidos no mensalão, em 2007, Barbosa explicou numa entrevista ao Estado que elaborava seus votos como se costurasse uma “historinha”, com “simplicidade”, “clareza” e “objetividade”. Nessa quase novela, montada a partir de tópicos, o “clímax” era o núcleo político. Cinco anos depois, o contador da história, atualmente com 58 anos, virou o protagonista da narrativa escrita pela opinião pública e pelas ruas. Barbosa chegou ao tribunal por uma situação semelhante ao sistema das cotas. Lula tinha três vagas e decidiu que uma seria reservada a um negro, outra a um nordestino - Ayres Britto - e uma terceira a um paulista - Cezar Peluso. Vários currículos chegaram às mãos do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Até o deputado Vicentinho se candidatou. Ao ler o currículo de Barbosa, Bastos viu que a formação acadêmica dele era invejável, mesmo para os padrões do STF. Barbosa tinha feito doutorado na França e estudos de língua nos EUA, na Áustria, na Inglaterra e na Alemanha. A rede de apoio a Lula e ao PT vibrou com a escolha, em 2003, do “primeiro negro” para o STF, ignorando a controvérsia sobre o “mulato” Pedro Lessa, que atuou no tribunal de 1907 a 1921. Agora, no julgamento, partiu para o ataque contra o “autoritarismo” do ministro, que passou a ser descrito como alguém que condenava “sem provas”. Por sua vez, tucanos e defensores da condenação dos réus do mensalão passaram a ignorar as polêmicas do passado envolvendo Barbosa no STF. Em 2009, ele foi criticado quando disse ao ministro Gilmar Mendes: “V. Excelência, quando se dirige a mim, não está falando com os seus capangas no Mato Grosso”.Ao chegar ao Supremo, o ministro herdou um grande acervo de processos deixado pelo ministro Moreira Alves. O problema foi agravado com a relatoria do mensalão, a grande história que se dispôs a contar. Mesmo assim, em 2009, Barbosa foi o segundo ministro com mais processos julgados. No ano passado, ele mostrava pessimismo com o mensalão. Achava que os colegas absolveriam figuras centrais. No mensalão, Barbosa fez o que quis. Na reunião que definiu o cronograma do julgamento, ficou acertado que levaria quatro sessões para ler o seu voto. Na hora, não revelou claramente que dividiria o julgamento em “fatias”. Chegou a mencionar que seu voto seria como na denúncia, mas não disse que julgaria um item e, depois de todos os ministros votarem, começaria a julgar outro. Ele sabia que essa era a forma de manter o controle sobre o processo e contar de forma simples e didática a história do mensalão. Já na história que construiu para si, Barbosa sempre foi um personagem mais complexo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Parabéns Ministro Joaquim Barbosa e contarei sempre com sua honestidade, apesar de ser apenas um. A anotação “Last Act - Bribery” em tinta azul sobre o papel pardo envelopava o capítulo final da história reescrita do mensalão. Na véspera do 1.º turno da eleição, o relator Joaquim Barbosa rechaçou a versão de que o pagamento de deputados federais no primeiro governo Lula era uma operação de caixa 2 para pagar dívidas de campanha. Barbosa condenou o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu por corrupção ativa. O voto, que trazia uma teatral identificação em inglês - “Último ato - suborno” -, era obra de um homem com uma história múltipla. Quando convenceu os colegas do Supremo Tribunal Federal a levar a julgamento os envolvidos no mensalão, em 2007, Barbosa explicou numa entrevista ao Estado que elaborava seus votos como se costurasse uma “historinha”, com “simplicidade”, “clareza” e “objetividade”. Nessa quase novela, montada a partir de tópicos, o “clímax” era o núcleo político. Cinco anos depois, o contador da história, atualmente com 58 anos, virou o protagonista da narrativa escrita pela opinião pública e pelas ruas. Barbosa chegou ao tribunal por uma situação semelhante ao sistema das cotas. Lula tinha três vagas e decidiu que uma seria reservada a um negro, outra a um nordestino - Ayres Britto - e uma terceira a um paulista - Cezar Peluso. Vários currículos chegaram às mãos do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Até o deputado Vicentinho se candidatou. Ao ler o currículo de Barbosa, Bastos viu que a formação acadêmica dele era invejável, mesmo para os padrões do STF. Barbosa tinha feito doutorado na França e estudos de língua nos EUA, na Áustria, na Inglaterra e na Alemanha. A rede de apoio a Lula e ao PT vibrou com a escolha, em 2003, do “primeiro negro” para o STF, ignorando a controvérsia sobre o “mulato” Pedro Lessa, que atuou no tribunal de 1907 a 1921. Agora, no julgamento, partiu para o ataque contra o “autoritarismo” do ministro, que passou a ser descrito como alguém que condenava “sem provas”. Por sua vez, tucanos e defensores da condenação dos réus do mensalão passaram a ignorar as polêmicas do passado envolvendo Barbosa no STF. Em 2009, ele foi criticado quando disse ao ministro Gilmar Mendes: “V. Excelência, quando se dirige a mim, não está falando com os seus capangas no Mato Grosso”.Ao chegar ao Supremo, o ministro herdou um grande acervo de processos deixado pelo ministro Moreira Alves. O problema foi agravado com a relatoria do mensalão, a grande história que se dispôs a contar. Mesmo assim, em 2009, Barbosa foi o segundo ministro com mais processos julgados. No ano passado, ele mostrava pessimismo com o mensalão. Achava que os colegas absolveriam figuras centrais. No mensalão, Barbosa fez o que quis. Na reunião que definiu o cronograma do julgamento, ficou acertado que levaria quatro sessões para ler o seu voto. Na hora, não revelou claramente que dividiria o julgamento em “fatias”. Chegou a mencionar que seu voto seria como na denúncia, mas não disse que julgaria um item e, depois de todos os ministros votarem, começaria a julgar outro. Ele sabia que essa era a forma de manter o controle sobre o processo e contar de forma simples e didática a história do mensalão. Já na história que construiu para si, Barbosa sempre foi um personagem mais complexo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
EDIÇÃO E POSTAGEM DE JOSÉ OVÍDIO, ÀS 19HS., E 54MIN., DIA 10/10/2.012.
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